sexta-feira, 30 de novembro de 2012

DE Douglas Germano para a Nenê de Vila Matilde À Economia e Matemática



Em meio à “corrida do ouro, progresso, sucesso” e aos “papeis importantes” que “confundem a mente”, resta-me um dos mais belos sambas em homenagem à Nenê de Vila Matilde. Além das biritas, que me entorpecem, sambas como DEIXEI MEU CORAÇÃO NA VILA, mantêm-me vivo, se não como dantes, ao menos digno. É clicar e ouvir.  
A utilização da Matemática em Economia responde à tentativa de se formalizar modelos descritivos da realidade. A simplificação das premissas, necessária à construção das hipóteses, concorre com a múltipla determinação das variáveis estudadas. Por isso, a elegância do modelo pode colidir com seu potencial explicativo. Um modelo matemático que tenha como objeto o comportamento dos preços em um determinado mercado pode ter tantas ressalvas que talvez explique pouco. Não bastasse essa dificuldade, alguns grupos muito específicos se utilizam da Matemática para encobrir $eu$ intere$$e$. Construindo uma aura que relega a Economia aos “muito entendidos”, os sabichões determinam “cientificamente” as taxas esperadas pelo “Mercado”. Acontece que os sabichões são o “Mercado”. O economista José Carlos de Assis e o físico Francisco Antonio Doria falam de forma esclarecedora sobre essa questão na entrevista concedida a Luis Nassif, a seguir:

2 comentários:

Silvio Carneiro disse...

Só é engraçado ver o Nassif, que já defendeu o neoliberalismo maroto do Collor, falar em crise do neoliberalismo hehehe. Este mundo é um pandeiro, diria um amigo meu.
Abs e até algum dia de fim de dezembro.
Silvio

Silvio Carneiro disse...

Só é engraçado o Nassif, que já elogiou o neoliberalismo moleque do Collor, agora vir falar de crise do neoliberalismo...
Este mundo é um pandeiro.

Até breve
Silvio