sexta-feira, 25 de maio de 2012

Nosso futebolzinho e "o que fizeram com seu corpo, bem aos poucos"


foto: Eduardo Di Baia / Associated Press















Tudo conspira a favor do SCCP na atual Libertadores. O time não é nenhum espetáculo mas, eficiente e difícil de ser batido, conta também com a sorte, com a condescendência da arbitragem e desfalques de adversários. Vejam que Ganso já arriou e não jogará a semi. Mesmo se o bom e talvez único meia esquerda brasileiro estivesse em campo, desconfio muito da vontade de vencer deste festejado Santos. Dizem, com empáfia, que Neymar resolve sozinho. Sei não. Palpito que a gambazada vai passar pelas sardinhas, porém se complicará diante do Boca Juniors. Registre-se o insuportável clima pró-gamba repercutido pela mídia. Amplificam sons, imagens e tomadas fazendo alusão incessante à principal organizada alvinegra. Ancorados no monopólio do sofrimento, (dá-lhe, Barneschi!), instalaram o clima que toma o todo pela parte e que se foda tudo o mais.
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O time do Palmeiras tem uma chance histórica de começar a resgatar a altíssima dívida com sua torcida. Caso passe pelo Grêmio, deverá pegar o Jd. Leonor. As teimosias do caríssimo, arrogante e admirador de perna-de-pau Felipe Scolari tornam o time atual ainda mais inferior do que já é contra os leonores. Mas a camisa do Palmeiras pode protagonizar alguma de suas façanhas. Nesses cenários tão óbvios, quando tudo diz “não, não tem jeito mesmo”, a coisa pode virar e os adversários ficarem com cara de tacho diante da explosão alviverde.
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Muito legal o comportamento do Herrera, ao se negar à premiação global do  “Fantástico” por ter feito três gols (leia AQUI). A abordagem cada vez mais infantilizada e boçal do nosso futebol acabou levando uma cusparada bem dada. Barcos também já deu a sua. Intrigante: nem Herrera, nem Barcos são brasileiros........
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Que a presidenta Dilma faça como sua admirável colega Cristina Kirchner e estatize os direitos de transmissão do campeonato brasileiro. Com essa medida, beneficiará o público – que não terá mais jogos começando às 22:00 – e mandará a Rede Globo para o distintíssimo lugar que lhe reserva a história.
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“Contra fel, moléstia, crime”, Chico Buarque sugere Dorival Caymmi. Dando-lhe razão, recomendo também o áudio de Marília Medalha cantando Eduardo Gudin e Roberto Riberti, mas volto pro jogo de bola e adiciono sugestão de leitura. Contra a babaquice do futebol brasileiro contemporâneo, trague HILTON. AUTHENTIC.

Clique AQUI e entenda o porquê do trago, lendo a bela reportagem de Christian Carvalho Cruz.
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COMO TANTOS
dsfafdadafa
Era um homem até comum
Como tantos
De fato um bom trabalhador
Como tantos
fasdfa
No olhar às vezes desespero, mas passageiro
Ele afinal era meu, dos meus braços
Mas durante o dia
Era todo teu
Os amigos me contaram
Como loucos
dfasdf
O que fizeram com seu corpo
Bem aos poucos
Agora entendo o desespero, seu companheiro
Ele afinal era meu, dos meus braços
Quis um belo dia nunca mais ser teu
dfasdf
Tomo sua valentia
Seu encanto
E bebo a sua rebeldia
Com meu pranto
E abraço a sua ausência fria
dafaaa
Que me dói tanto
Ele morreu e sumiu dos meus braços
Como ele queria
Hoje não é teu
Mas ainda é meu
Ele agora é eu
Ele agora é eu

dsfafdadafa(autores: Eduardo Gudin e Roberto Riberti)

Um comentário:

Douglas Germano disse...

Beleza, Zéphir!!!

Eita. Nessas horas é que eu vejo o quanto a gente perde quando pessoas como você passam de 12 a 14 horas por dia em báias de escritório.

Abraço,