sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

NATAL


O HOMEM de UM BRAÇO SÓ
adsfadfa
“Com um braço só,
Já fiz o que você não faria
Acho que era covardia,
Eu ter dois braços também
dfadfadfa
Com um braço só,
Já dei tapa em vagabundo
Dei a volta pelo mundo,
Mas também já fiz o bem
  dfadfadfa
Com um braço só
Vou viver a vida inteira
Mandando em Madureira
E em outras terras também
sdfasda
Com um braço só,
Eu comando na avenida
A minha Portela querida
E que me quer tanto bem”
adfadfa
Letra e melodia de JOÃO NOGUEIRA
para o 'seu' NATAL -  Natalino José do Nascimento













Para mais informações, leia:

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Festa de final de ano: ZAGAIA (na Fradique nº 1048 - R$ 10,00)































Amanhã Festa de Final de Ano da Zagaia! De quebra samba de bambas e o lançamento do Bloco Carnavalesco Zagaia!

O bloco Zagaia reúne músicos de diversas agremiações de São Paulo (Camisa Verde e Branco, Projeto Nosso Samba, etc…), assim como integrantes de diversos coletivos artísticos como o o grupo de teatro Folias, o Coletivo Político Quem e a Zagaia. É um bloco que discutirá temas presentes no cotidiano brasileiro, que nos incomodam e nos fazem pensar, de um modo bem humorado e radical.

Nosso primeiro tema será “Vai acabar a ditadura civil militar?” No processo de construção de nosso enredo discutiremos alguns pontos que nos parecem importantes e permanentes em relação à ditadura militar:

- Ditadura civil-militar – quais empresas financiaram a tortura no Brasil?

- Os por quês da impunidade contra os torturadores na contramão da América Latina?

- O que persiste da ditadura na cultura? Como se encaixam nisso os meios de comunicação.
- A persistência dos esquemas de tortura policiais herdados dos anos de chumbo junto à população mais pobre.

O lançamento do bloco será amanhã junto a Festa da Zagaia, quando comemoraremos também os 51 anos do nosso camarada Zagaiato Selito SD.
Nosso desfile acontecerá no domingo, 1o de abril, dia da mentira e do golpe civil-militar de 64.
Estão todos convidados!
Abraços
Coletivo Zagaia

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

"....quebrei o vídeo da televisão...."


O deslumbramento geral à substituição de Fátima Bernardes por Patrícia Poeta no comando do J.N. é  um episódio do jornalismo como produto. A transformação do debate público sobre a concessão de rádios e TVs em fantasioso intento de censura é outra face da mesma mercadoria. Que traveste de análise econômica a opinião do “mercado” – como se este fosse uma pessoa ou um deus, ao qual todos devem temer e se submeter. Que embala, comportada e fria, a ascensão nazi-fascista. Que seleciona, complacente e secreta, quais os tons dos alertas.
dfadfasdfa
Quem restringe a ‘liberdade de expressão’ à ‘liberdade de imprensa’ banaliza em  ritmo industrial denúncias cheias e vazias. Edição a edição, resplandece em hipnose incessante seus desejos inconfessáveis. 

E  o  pensamentoaavital aadá  lugar  ao  entretenimento  bestial....
sdfafdadaf
O Trabalho, ao negócio
O Gozo, ao sequestro do ócio
A mente, ao corpo demente
Dormente à outra que mente.


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Letra da canção disponível no áudio,
interpretada por Bosco e Paulinho da Viola:

"BANDALHISMO
João Bosco e Aldir Blanc
dfadfadfa
Meu coração tem butiquins imundos,
Antros de ronda, vinte-e-um, purrinha,
Onde trêmulas mãos de vagabundo
Batucam samba-enredo na caixinha.
asdfasdfasd
Perdigoto, cascata, tosse, escarro,
um choro soluçante que não pára,
piada suja, bofetão na cara
e essa vontade de soltar um barro...
asdfasdfadf
Como os pobres otários da Central
já vomitei sem lenço e sonrisal
o P.F. de rabada com agrião...
adfadfadfas
Mais amarelo do que arroz-de-forno,
voltei pro lar, e em plena dor-de-corno
quebrei o vídeo da televisão."

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira

Abaixo o gol que o próprio Doutor considerava o mais importante de sua carreira. Fui um dos 95 mil presentes no Morumbi, naquela noite de 1983:

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

CABIDE de MOLAMBO (João da Baiana)

















Meu Deus, eu ando com o sapato furado
Tenho a mania de andar engravatado
A minha cama é um pedaço de esteira
E uma lata velha, que me serve de cadeira
Minha camisa foi encontrada na praia
A gravata foi achada na ilha da Sapucaia
Meu terno branco parece casca de alho
Foi a deixa de um cadáver num acidente de trabalho
Meu Deus, meu Deus...
E o meu chapéu foi de um pobre surdo e mudo
As botinas foi de um velho da revolta de Canudos
Quando eu saio a passeio as almas ficam falando
Trabalhei tanto na vida pro malandro estar gozando
Meu Deus, meu Deus....
A refeição é que é interessante
Na tendinha do Tinoco no pedir eu sou constante
Seu português, meu amigo sem orgulho
Me sacode um caldo grosso carregado no entulho
Meu Deus, meu Deus...