quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Palmeiras 2 x 0 Jd. Leonor


Estrondosa repercussão de lamentáveis conflitos entre torcedores pela cidade, entrevistas sobre o estado de saúde de Ricardo Gomes, microfones e câmeras à Marco Aurélio Cunha, cujos relatos médicos sobre o tal estado de saúde ofuscaram sua duvidosa condição de legislador da cidade de São Paulo. Eis os escudos que se somaram à repetição exaustiva das desculpas leonores, segundo as quais Xandão não deveria ter sido expulso e de que o primeiro gol do Palmeiras foi de mão. O fato é que Xandão, já com merecido amarelo, segurou pela camisa um jogador do Palmeiras que avançava pela esquerda, impedindo sua progressão. Falta clara para outro cartão amarelo e, portanto, para expulsão. O goleiro de hóquei do Jd. Leonor fez escândalo, babou, deu xilique e o que fez a servil meretriz de madame? Propagou a dúvida, reproduzindo feito jabá a cardíaca declaração de Ricardo Gomes de que o árbitro teria interferido diretamente no resultado. Até porque, conforme testemunho de ex-jogador hoje jornalista, Robert teria aberto o placar com gol de mão. Para sustentar esse argumento, brigas com a imagem até o nocaute, enésimas repetições em câmera lenta e a surpreendente constatação a contragosto de que, no máximo, após a cabeçada de Robert, SE a bola bateu em sua mão, o toque teria sido involuntário, o que validaria o lance.

Vejam vocês que o fato incontestável entre as quatro linhas foi obscurecido. E que fato é esse? Palmeiras 2 x 0 Jd. Leonor. Fato tão obscurecido quanto a ilegalidade não assinalada pela arbritragem dos dois gols que o Jd. Leonor fez no Barueiri (ops! Pres. Prudente) na 5ª feira anterior ao clássico do Palestra. Madame ficou com mais 2 pontos na mão grande - pois não houve pênalti no gol de empate contra o Barueri, e na mesma peleja Richarlyson fez falta clara, não marcada, na jogada que originou o 3º gol - e quem levou a fama foi o Palmeiras. Criado o clima, portanto, para que os intelectuais do jornalismo esportivo digam, fiados em versões por eles mesmos criadas, que a arbitragem erra equanimemente para todos e que o Palmeiras reclama de boca cheia. Daí vão falar que o Palmeiras foi beneficiado "naquele" jogo contra o Cruzeiro (interessante só lembrarem daquele jogo) - que teria tido 253 pênaltis não marcados a seu favor - e que ganhou do São Paulo só porque fez gol de mão, após um zagueiro do melhor e mais moderno time de toda a história em todos os tempos ter sido expulso injustamente.
Mas fato mesmo que é bom, nada! E aqui, lá vai: Palmeiras 2 x 0 Jd. Leonor.
Madame! Pega que é sua! Ou então vem me dizer que você não valoriza o 'Paulistinha', que você só tá interessada na Libertadores. Vem! Cê fica patética quando perde.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

NENÊ de VILA MATILDE - 2.010

Compositores indo pro desfile. Dentre eles: Douglas Germano e Júnior Pita

Seu Nenê no abre-alas

Rúbia com o pavilhão


Ala de Compositores

Um desfile marcado pela garra, pela espírito de superação e pela batucada de bamba. Parabéns à diretoria, ao carnavalesco Delmo de Moraes, ao mestre Teco e ritmistas e aos demais componentes. Abaixo, alguns momentos da Escola na madrugada de 15/02, capturados com maestria pela fotógrafa Elisabete da Silva Pita.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

TÁ PENSANDO O QUÊ EH???

foto: Léo Pinheiro / Futura Press
NENÊ DE VILA MATILDE volta ao grupo Especial. Entre todos os merecimentos, destaque-se a nota máxima atribuída à batucada do mestre Teco, à direita na foto, segurando e olhando para a taça. 10, 10, 10, 10 e, só pra chatear, mais um 10, nota DEZ!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

"...SOU NEGRO, SOU ARTE..."

(foto: Danilo Verpa/Folha Imagem)
O documentário SOU NEGRO, NÃO SEI SAMBAR aborda a questão da identidade e do racismo na sociedade brasileira. Esses temas são discutidos a partir da trajetória individual de Patrício Salgado no intento de , redescobrindo suas origens, tocar cuíca e ‘sair no samba’ da Nenê de Vila Matilde (2009). Das aulas com Mussum, ritmista da ‘batucada de bamba’, ao diálogo com familiares, passando pelos comentários do ‘seu’ Nenê, o filme mostra um pouco da vida que pulsa nas escolas de samba. Não percam! É hoje, às 22h30, na TV Cultura. Coisa pra ouvir e ver. Coisa pra viver.


Fonte do itálico abaixo: http://tvcultura.com.br/conteudo/21324
Documentário desconstrói máxima de que todo negro tem suingue nos pés

O DOCTV desta semana acompanha a trajetória de um mulato nada familiarizado com o samba, mas que procura reavivar sua negritude.
Todo negro sabe sambar. Tal máxima, há muito tempo antiquada, é vista às avessas no documentário Sou Negro, Não Sei Sambar, que o DOCTV exibe nesta sexta-feira (12/2), às 22h30, na TV Cultura.
O vídeo dá voz a Patrício Salgado, que, aos 34 anos, decide aprender a sambar, tocar cuíca e entrar para a bateria de uma escola de samba.
Neto de um dos fundados da agremiação Nenê de Vila Matilde e filho de pai negro nascido no Brasil e mãe branca argentina, o mulato Patrício, que mal sabe acompanhar o gingado dos sambistas, vai atrás de suas raízes genéticas e musicais. E para encontrar respostas, conversa com ritmistas, frequenta ensaios da Nenê, e até sabatina seus familiares – que, tirando o avô, também possuem pouquíssima afinidade com o samba.
Além de compartilhar a empreitada pessoal, o documentário pincela discussões subjetivas sobre o racismo e a reidentificação do negro na sociedade.
O personagem, que também assina a autoria e a direção do vídeo, volta a ter sua história contada no DOCTV, na madrugada de segunda para terça-feira (16/2), às 2h.
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Em tempo: a BAND transmitirá o desfile das escolas do Grupo de Acesso de São Paulo. Portanto, quem quiser acompanhar pela TV o desfile da NENÊ DE VILA MATILDE (à 01:00 de domingo, 14, para segunda, 15) e co-irmãs, é só ligar no antigo canal 13.