quarta-feira, 28 de outubro de 2009

(1897 e 1924) BESOURO MANGANGÁ, BESOURO CORDÃO-DE-OURO


A primeira vez que Paulo César Pinheiro ouviu falar de Manuel Henrique Pereira foi em MAR MORTO, romance de Jorge Amado. A partir de então, Besouro Cordão-de-Ouro – lendário capoeirista da Bahia – passou a figurar no universo poético e musical do talentoso e pródigo letrista brasileiro. Fascinado pelas histórias sobre esse combatedor da tirania e , “da liberdade, defensor”, o compositor escreveu a peça “Besouro Cordão-de-Ouro”. O trabalho, em cartaz por vários cantos do país desde 2007, tem direção de João das Neves e Luciana Rabello. Com um elenco composto por atores e atrizes dotados de qualidades muito difíceis de reunir , a ponto de indagarmos se são dançarinos, cantores, músicos, capoeiristas; a peça conta o Besouro após sua morte, a partir do relato das pessoas que com ele conviveram. Entremeada por músicas compostas pelo próprio Paulo C. Pinheiro, BESOURO CORDÃO-DE-OURO tem raro impacto emocional, entusiasmando até o mais arredio dos espectadores de teatro, como eu. ACIMA TRECHO DA PEÇA.


ABAIXO, trailler do filme de João Daniel Tikhomiroff, em breve nos cinemas. Com trilha de Nação Zumbi e música-tema de Gilberto Gil.

3 comentários:

Bete disse...

Uma peça de teatro difícil de esquecer, fiquei envolvida com toda magia, beleza, talento dos atores, produção,direção ,música, cenário. Quem assistiu sabe do que estou falando. Agora, o filme do Besouro;
é isso aí!

Edmar disse...

A peça de Paulo C. Pinheiro é um primor. Inesquecível. Quero mesmo é saber quando vão lançar o CD com o repertório.

Everaldo ÉfeSilva disse...

Falou tudo, Edmar. Esse cd aí....