terça-feira, 17 de março de 2009

Você não passa de uma grande canalha


Enfiem as conjunções adversativas no #$@$%$#@, seus filhos da #@$%$#@$#!!!!!!!! Esse foi um dos meus já costumeiros gritos dirigidos à imprensinha, após a goleada do Palmeiras no último sábado. Tal como em todos os finais de jogos do alviverde em casa, saio da arquibancada, próxima ao elitista setor Visa, e desfilo uma série de merecidos adjetivos à mídia que, VIA DE REGRA, distorce fatos e versões sempre em detrimento do Palmeiras, mesmo quando este vence. Se o Verdão está bem, é ‘esquema Parmalat’, é o ‘fraco adversário’, é ‘a interferência da arbitragem’, paulistão vira ‘paulistinha’, a vitória veio no 'desespero', ou no 'sofrimento'. E dá-lhe 'mas', 'porém', 'entretanto'. Se está mal, virou ‘Portuguesa’, é ‘clube decadente’, é a 'crise', é o ‘fim’. A expressão “JORNALISMO CANALHA” , de José Arbex, soa exata para essa gente que tem a vista e o verbo embotados pela ignorância – hipótese menos grave – ou pelas oferendas que gigolôs e putas chamam de ‘marketing’ , 'competência', ‘modernidade’ – hipótese mais provável, mas de difícil comprovação. Acima, extraído do excelente blog de Conrado Cacace, um exemplo crasso, dentre vários outros, do que chamamos de ‘imprensinha gambambi’.

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